Para todos...
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
2009
A vida prega-nos partidas, a vida faz-nos rir e faz-nos chorar, contudo temos de olhar o futuro com um sorriso e acreditar sempre que o "amanhã" nasce cheio de sol!
Para todos...
Para todos...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
O Brincador
Sim , devia estar a estudar... mas há umas palavras que desde o fim de semana, vêm de mansinho soprar-me na memória.
Foi na "Universidade Aberta" que as ouvi pela primeira vez! Aqui ficam:
O Brincador
O Brincador
“Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor. Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for. Quero brincar de manhã à noite, seja com o que for. Quando for grande, quero ser brincador.
Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor. Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer. Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar como imagina um imaginador…
A minha mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida. E depois acrescenta, a suspirar: “é assim a vida.” Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.
A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser um brincador. Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta. Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta. Na minha sepultura vão escrever: “Aqui jaz um brincador. Era um homem simples e dedicado, muito dado, que se levanta cedo todas as manhãs para ir brincar com as palavras.”
O Brincador, de Álvaro Magalhães
Bons Encontros!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Branco
Não vou utilizar muitas palavras, só quero mesmo partilhar algumas imagens do passado fim de semana...


Bons Encontros!
A Serra (Estrela) amanheceu assim...

... Branca...


e tudo o que a nossa vista alcançava era branco...

Bons Encontros!
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Nunca digas Nunca!
Há uns anos, leram-me a sina na palma da mão. Nunca acreditei muito "nestas coisas", mas achei piada e fiz de cobaia a uma amiga que andava a ler um livro sobre o assunto.
Na altura tudo me pareceu absurdo. O que me dizia, à medida que ia comparando as linhas da minha mão, não coincidia em nada com as perspectivas que tinha, nos meus então 18 anos!
Mas ela, lá ia relatando o meu futuro, ignorando os meus risos e as minhas negações.
Coincidência, ou não, a verdade é que ao longo dos anos, algumas decisões na minha vida fizeram com que recordasse "a minha sina" e dei comigo algumas vezes a pensar: "Afinal tinha razão"... Porém, havia algo que sempre disse que NUNCA iria acontecer, não fazia parte dos meus planos e sentia até uma espécie de medo, comparado ao que sentia quando em pequena tinha de "levar picas".
Hoje recordo as suas palavras com um sorriso timido, ainda desconfiada de como isto aconteceu:

Bons Encontros!
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